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Donald Trump: No Topo da Loucura - O Mundo em Xeque em 2026

Se você pensa que já viu política externa agressiva, prepare-se: Donald Trump está levando a gestão global a um novo patamar de imprevisibilidade — e não por acaso positivo.

POLITICA INTERNACIONALTRUMP

10/14/20252 min read

Nas primeiras semanas de 2026, o presidente dos Estados Unidos tem acumulado um conjunto de ações que parecem mais um roteiro de um filme de ação do que decisões de um chefe de Estado democrático. Trump não só ampliou sua lista de adversários políticos internos, mirando até o Federal Reserve com investigação criminal, como também deixou claro que não hesita em utilizar “força letal” em política externa se assim desejar, inclusive contra nações soberanas como o Irã.

Política externa em modo ameaça

Trump anunciou uma tarifa de 25% sobre qualquer país que faça negócios com o Irã, uma medida unilateral com potencial de provocar rupturas econômicas em cadeias comerciais globais — e sem base legal clara, segundo analistas.

No mesmo pacote, seu governo está avaliando opções militares contra o Irã, enquanto grandes protestos no país resultam em centenas de mortos sob repressão.

Em outro episódio no mesmo tabuleiro geopolítico, o presidente expressou o desejo de “possuir” a Groenlândia por motivos “psicológicos”, chegando a sugerir que poderia até usar força militar para isso, uma ideia que, além de juridicamente absurda, ameaça romper alianças históricas como a NATO.

Militarismo sem restrições

Poucos dias depois de anunciar que a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro havia sido executada com sucesso por forças especiais, Trump mostrou novamente que qualquer limite ético pode ser ultrapassado se for estrategicamente conveniente.

Em suma, o uso do poder militar e das ameaças de força já não é apenas uma carta de negociação — tornou-se ferramenta central de sua diplomacia.

Ataques à Ordem Internacional

Outro capítulo preocupante da gestão Trump em 2026 é o retirada dos EUA de dezenas de organizações e convenções internacionais, incluindo tratados ambientais e de cooperação multilateral. Essa guinada isolacionista não apenas reduz a influência dos EUA em temas globais, como incentiva outros países a abandonarem acordos que antes fortaleciam a governança coletiva.

Política interna e poder descontrolado

Não é só no exterior que a lógica de Trump parece funcionar sem freios. Internamente, seu governo está perseguindo órgãos tradicionais de poder, como o próprio Federal Reserve, em uma tentativa que críticos descrevem como tentativa de centralizar ainda mais a autoridade na Presidência.

O que tudo isso significa?

O mundo está assistindo a uma administração que opera sob uma lógica: poder sem limites, decisões sem base legal clara e improviso como política de Estado.

Quando um presidente declara que o que o limita é “sua própria moralidade”, mais do que qualquer lei internacional, o alerta deveria ser global — não uma reação restrita à imprensa.

No fim das contas, Trump não está apenas no topo da loucura; ele está desafiando as bases da ordem internacional, da diplomacia e da cooperação global, deixando um rastro de instabilidade que pode marcar profundamente a década.